• maio 11, 2021

    Há 40 anos morria um dos maiores nomes da música mundial, o jamaicano Robert Nesta Marley, mais conhecido como Bob Marley, principal expoente da música reggae no mundo. No Brasil, a data que marca a morte do músico, dia 11 de maio, foi instituída como o Dia Nacional do Reggae.

    No Maranhão, desde os anos 1980 o reggae está enraizado na cultura local. Marcado pelos “melôs” e pelo poderoso som das “radiolas”, o reggae no Maranhão tem ainda outra peculiaridade: o modo de dançar em par, popularmente conhecido como “agarradinho”. Característica marcante do ritmo no Maranhão, o estilo maranhense de dançar reggae pode agora virar Patrimônio Cultural Imaterial do Estado.

    Foi com esse objetivo que, nesta terça-feira (11), Dia Nacional do Reggae, o Museu do Reggae do Maranhão, dirigido pelo produtor cultural e jornalista Ademar Danilo, apresentou proposta para que a dança de reggae do Maranhão seja tombada como Patrimônio Cultural Imaterial do Maranhão, por meio de inscrição no Livro de Registro das Formas de Expressão, como preconiza a Lei nº 10.514, de 05 de outubro de 2016.

    A proposição foi recebida pelo secretário de Estado da Cultura (Secma), Anderson Lindoso, que deverá encaminhar a solicitação para aprovação do governador Flávio Dino. “Vou avaliar com atenção e submeter essa proposta à aprovação do governador Flávio Dino. O nosso estilo de dançar reggae é genuinamente maranhense”, frisou Anderson Lindoso, em postagem nas redes sociais.

    Para Ademar Danilo, elevar o jeito maranhense de dançar reggae ao status de patrimônio imaterial vai garantir que o poder público e a população reconheçam a dança do reggae como “parte inerente” na formação e no “jeito de ser do maranhense na atualidade”.

    “O reggae é profundamente enraizado no cotidiano do Maranhão. Nós, maranhenses, demos uma cara própria ao reggae ao criarmos uma maneira nossa de dançar diferente do mundo inteiro. O estilo da dança de reggae do Maranhão é único e foi criado no nosso estado. Atualmente esse estilo se espalhou por vários lugares do Brasil e em todos há o reconhecimento da origem maranhense dos passos da dança. Com esse reconhecimento, uma luz mais forte iluminará a prática da dança e elevará a autoestima de todos os que a praticam”, ressalta Ademar Danilo.

    Origens

    Várias teorias tentam explicar como o reggae chegou ao Maranhão e por que o ritmo é dançado “agarradinho” no estado.

    Algumas teorias apontam que a música jamaicana teria chegado via ondas de rádios caribenhas, sintonizáveis em solo maranhense. Já o estilo de dançar único teria supostamente surgido a partir da influência de festas realizadas por estivadores na região central do estado.

    Mas para Ademar Danilo, apesar dos mistérios em torno da cultura reggae no Maranhão, o modo de dançar reggae “agarradinho” tem ligação com a recepção que o maranhense tem com outros ritmos caribenhos.

    “O estilo maranhense de dançar de reggae é derivado do bolero. Sempre fomos muito receptivos a ritmos caribenhos (o bolero é de Cuba). Rumba, bolero, chá-chá-chá, salsa, merengue e, por último, juntos com o reggae, os ritmos que ficaram conhecidos como lambada [soca, kadanse, cumbia, kaseko, dentre outros]”, explica o curador do Museu do Reggae.

    Sobre o Museu do Reggae

    O Museu do Reggae do Maranhão é um equipamento cultural vinculado à Secma e foi criado em 2018, por determinação do governador Flávio Dino. O espaço foi o primeiro museu temático do reggae inaugurado fora da Jamaica e encontra-se temporariamente fechado por força da pandemia de Covid-19.

    Fonte- Icururupu

    O Maranhão será o primeiro estado do país a liberar presença de torcedores no estádio de futebol e poderá servir de modelo para os demais estados. Após reunião com a FMF, Sampaio e Moto, o secretário de Saúde Carlos Lula confirmou a liberação de 6 mil torcedores para as finais do campeonato maranhense a ser realizadas nos dias 16 e 22 de maio.

    A final do Campeonato Maranhense será um evento-teste, realizado pela Federação Maranhense de Futebol, em parceria com a Secretaria de Estado da Saúde, com público limitado. O evento, além de contar com as medidas sanitárias adequadas, contará com uma pesquisa por amostragem, realizada por equipe técnica da SES-MA. É possível, seguindo modelos exitosos, retomar de maneira gradativa e responsável, algumas atividades que envolvam um número considerável de pessoas.

    *QUEM PODERÁ IR AO JOGO?*

    Poderá adquirir ingresso e comparecer à final os torcedores VACINADOS (apresentando a comprovação da vacinação) e/ou que apresentarem, na triagem a ser realizada na entrada do Estádio Castelão, exame PCR negativo para Covid-19 efetuado até 48h antes do jogo ou exame de antígeno negativo para Covid-10 efetuado até 48h antes do jogo.

    *COMO SERÁ A DINÂMICA NO DIA DO JOGO?*

    Por se tratar de um evento teste, a dinâmica do jogo será diferente das outras ocasiões. Não será permitida aglomeração no entorno do estádio. Uma vez que o torcedor, com seu ingresso e documentação em ordem, passar na triagem, ele não poderá sair do estádio. Uma vez que, por quaisquer motivos, ele tenha de se ausentar, não poderá retornar. Tanto a Polícia Militar como o Corpo de Bombeiros garantirão o fluxo contínuo de pessoas para o estádio, antes, durante e depois do evento. O uso de máscaras (cobrindo boca e nariz) é obrigatório, sob pena de remoção dos torcedores que descumprirem a diretriz. Equipes da Federação Maranhense de Futebol e Vigilância Sanitária farão a fiscalização durante o evento.

    *CONSUMO DE BEBIDAS E COMIDAS NO ESTÁDIO*

    O Consumo de bebidas e comidas no estádio obedecerá os seguintes critérios: número reduzido de stands de vendas, com a venda volante dos produtos, que deverão ser consumidos nas arquibancadas.

    Por Diego Emir

    O prefeito do Município de Santa Helena parece mesmo que não tá nem aí para os problemas enfrentados pela população, sejam eles na sede ou na zona rural, o descaso está em todos os cantos.

    O blog recebeu imagens da ponte que liga o povoado Aranha a sede do Município, quebrada e sem ação da prefeitura os moradores sofrem e estão isolados. Uma situação vergonhosa e ao mesmo tempo revoltante.

    A mesma situação se repete também no povoado São Joaquim, a ponte já quase toda quebrada oferece perigo para quem precisa trafegar por lá.

    Os moradores já fizeram inúmeros apelos ao gestor que infelizmente até agora nada fez para resolver a situação.

    A incompetência da gestão tem causado transtornos e prejuízos a população da zona rural, que é totalmente desassistida pela prefeitura.

    Veja as imagens e o vídeo:

    O vereador Jaelson Araújo (PL), aproveitou o dia do último domingo (09), para visitar as comunidades de Pericumã dos Araújos, Santa Maria e Rumo dos Amaral e homenagear as mães dessas localidades.

    O vereador disse que não poderia deixar de em uma data especial como o dia das mães, homenagear as mães batalhadoras e guerreiras da zona rural que merecem todo carinho e atenção.

    “Podemos de perto homenagear as mães e mostrar o nosso carinho para com elas, sabemos que elas merecem toda a nossa atenção e é por isso que fizemos questão de visitá-las nessa data tão especial, fomos bem recepcionados em todas as comunidades e nos deixa muito mais feliz” – Disse o vereador Jaelson Araújo

     

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