Vice-governador frustra adversários, faz diferente, e cai nas enchentes no socorro às vítimas

O vice-governador Carlos Brandão (PSDB) deixou tonta uma parte da chamada ‘galera açodada’, na mídia, que torcia para que o tucano não suspendesse seu recesso anual para ajudar o governador Flávio Dino (PSB) no enfrentamento dos danos causados em função da elevação do nível dos rios do Maranhão.

Em repouso no Palácio dos Leões, tratando da contraída Covid-19, Flávio Dino necessitou da presença efetiva do seu vice, que não envidou esforços em interromper seu recesso para ajudar o governo e a população ribeirinha. Após chegar na madrugada em São Luís, já nas primeiras horas da manhã de hoje (07), junto com o staff do governo que atua diretamente na situação, Brandão embarcou para os principais municípios atingidos.

Antes disso, concedeu entrevista ao Bom Dia da TV Mirante, prestando conta previamente de sua atuação.

Carlos Brandão agiu bem diferente de como agia, por exemplo os atuais integrantes de parte dessa galera açodada, na política, que quando em cargos de comando executivo, deixava o município jogada às traças e seguia para curtição nos Estados Unidos, Chile, Europa ou para outros estados da federação em momentos cruciais vividos pela cidade.

O ex-prefeito Gil Cutrim (São José de Ribamar) curtindo jogo no estádio Mineirão com seu secretário de Obras, num momento em que várias ruas da cidade estavam infrafegáveis, mais parecendo a superfície da Lua.

A título de exemplo, basta lembrar a desastrosa gestão do então prefeito Gil Cutrim (São José de Ribamar), que de tanto acabar com diversas políticas públicas e deixar a cidade jogada às traças, ganhou a alcunha de ‘Gil Cupim’. Ele costumava fugir do município por vários dias, sem a menor preocupação com as tragédias que ocorriam.

Bem diferente do que fez o vice-governador,  que retornou imediatamente às suas responsabilidades.

Isso para não falar, em termos comparativos, do senador Weverton Rocha (PDT), que costuma sumir às escondidas para a Europa, sem dar qualquer satisfação, como aconteceu recentemente.

Mas essa é outra história…

 

Por Matias Marinho

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